terça-feira, maio 31, 2005

Exame de B.E.

Começou hoje às 8h da manhã (mais coisa menos coisa, cheguei 5 minutos depois...), o exame de B.E., NÃO SE ASSUSTEM, o exame não era para nós meros e mortais alunos, mas sim um exame ao professor Ricardo.

No início cheguei a ter medo, ele iniciou um discurso sobre amostragem e o que fazer quando queremos amostrar... assim umas conversas esquisitas. Nada bom para a classificação dele.

O professor então a dada altura temeu pela nossa saúde:"Vocês estão tão calados, não fazem perguntas. Nem sequer "Que letra é esta?", estão muito estranhos hoje." Claro que discordei dele, para já a matéria estava a ser tão interessante que estávamos hipnotizados e não conseguíamos sequer manter-nos acordados. E um facto é que hoje o prof. Ricardo estava com uma letra muito bonita, daí ninguém ter feito perguntas sobre a caligrafia dele. Mas era uma letra bonita não num sentido abichanado, estava bem desenhada e perceptível, bonita mas sempre num sentido másculo, não queremos aqui acusar ninguém de gayzices.
Apesar de que, devo dizer, alguns "f" e "t" se confundiam, mas o resto do alfabeto era totalmente perceptível, até mesmo por um analfabeto, claro que este não seria capaz de ler o conteúdo das frases e perceber a matéria, mas de qualquer maneira nós conseguimos ler e também não percebemos népia. nesse aspecto o analfabeto tem-nos vantagem, não aprendeu a ler, mas também não perdeu nada com isso.

A meio da aula as coisas começaram novamente a descambar, piadas várias sobre amostragem e tal... menos um valor...

No geral o prof. passou o teste, esteve bem na medida do possível para um prof. de B.E. e espantosamente, e leiam agora com atenção e lembrem-se deste momento único e memorável na vida dum aluno, não só saímos da sala antes da hora devida, como saímos da sala 20 MINUTOS INTEIROS antes da hora marcada no horário. É um dia que não vou esquecer tão facilmente, são estas pequenas surpresas na vida que me fazem sentir orgulhoso de ser do curso que sou.

Ainda como nota final, queria apresentar uma moção, com o vosso apoio, para a beatificação ainda em vida do prof. de A.M.. Afinal de contas deve ser difícil ter alunos tão burros, que nem com um teste resolvido na ìntegra passam à disciplina.

Até amanhã.

P.S.: hoje não houve nada a relatar sobre invasões de casas de banho, o que é uma pena, pois ter uma referência a sexo ainda que pouco explícita num texto sempre puxa a atenção, meus caros leitores, por isto peço desculpa. Este blog não nada mais afinal que constatação de factos diários e hoje foi de facto um dia sem muito a dizer sobre gajas, atrevo-me mesmo a dizer que foi um dia abichanado.

segunda-feira, maio 30, 2005

A limpeza do algodão.

Hoje o dia foi calmo, com as aulas a serem muito light, e muito descontraídas (ou isso ou fui eu que cheguei tão atrasado que não fui à maior parte das aulas, mas adiante...). Depois de uma divertida e gaguejante aula de SIEE (ainda hei-de perceber um dia o que as pás têm a ver com informática de empresas, mas acho que tenho de estudar muito), lembraram-me que tinha hoje laboratórios de BE, fazendo ficar com a tarde fodida, mas até valeu a pena porque vi umas ondinhas, que desenhei e medi a tensão do meu indicador com a ponta de prova. Não me lembro quantos volts eram, mas o gráfico andava todo maluco, ou seja eu estava em estado normal.

Mas aquilo que me surpreendeu hoje mais, aconteceu à hora do almoço a um dos meus colegas, que aqui referirei como Sr. J para manter o anonimato que se deve manter nestes casos. Estava eu, mais a Pétit P (mais um nome feito para manter anonimato) e o Sr. Fv (como os símbolos químicos, também alguns dos meus colegas merecem 2 letras para serem descritos para depois não haver confusões) na fila do Tóni, quando a PP e o Sr. J foram arranjar mesa para termos um belo almoço em conjunto, como estava aflitinho para esvaziar a bexiga disse ao Sr. Fv: "Ó amigo, guarda aí o lugar, que eu vou regar ali as lores no canteiro." e assim fui. Quando voltei, estranhei o Sr. J não estar presente na fila dado que a menina PP já la estava.
"E então onde foi o Jairo?" - perguntei eu.
"Ah, ele foi à casa de banho." - responde-me a menina PP.
"Estranho, não me cruzei com ele." - retorqui eu ( com mais umas referências agayzadas lá pelo meio, que não vou obviamente referir aqui.)
Eis senão quando aparece o Sr. J:
"Epá, acabei de entrar na casa de banho das raparigas!!!" ( até aqui nada de novo, afinal quando queremos ver qualquer coisita, quem não entra por lá a dentro?)
"Que vergonha, saí de lá e estava uma gaja, vi logo que não tinha entrado no sítio certo." Ora, aqui está obviamente um erro por parte deste meu comparsa, entrar numa casa de banho feminina não só não é um erro como se compreende, ora vejam:

- as casas de banho gajais são muito mais limpinhas, cheiram bem e não têm nhanha a escorrer pelas paredes.
- o ambiente é menos apaneleirado e não temos gente a espreitar prá nossa braguilha (ou até podemos ter, mas nesse caso é algo positivo. Quer dizer que uma já cá canta.)

Se por algum motivo alguém que entre numa casa de banho de gajas e encarar uma gaja de frente não se sentir muito bem com a situação, mesmo após eu ter explicitado os benifícios, sempre pode tentar as seguintes desculpas:

a) -"Epá, não me digam que trocaram outra vez as casas de banho de sítio, assim uma pessoa engana-se."

b) -"Ouve lá, o que é que estás a fazer na casa de banho dos homens?"

c)-"És tão gira que segui-te até aqui, não me consigo separar de ti!" (esta pode dar direito ao rótulo de "tarado", mas também pode dar direito a gaja, depende de vários factores, tais como o nosso ìndice de masculinidade, ìndice de bater coro e ìndice de mau hálito)

Na minha opinião devíamos lutar por uma sociedade mais liberal, uma sociedade em que todos são iguais, em que não existe homem, nem mulher, mas sim pessoas ( mas nada de pensarem em paneleirices caralho... foda-se podres do caralho, já tavam aí a pensar essas merdas.), ENTREMOS PELAS CASAS DE BANHO A DENTRO e façamos desta sociedade uma sociedade tolerante.

sábado, maio 28, 2005

Pompa e circunstância

E assim se forma mais um blog nesta enorme rede de computadores interligados que é a internet... De que é que fala este blog? Na verdade não posso dizer, senão vem o F-man e mata-me piadas mais secas que um bacalhau. Se não sabem quem é o F-man explico-vos já que não é uma pessoa (não, também não é um trambolho... acho eu) mas sim uma maneira de encarar a vida. Basicamente os F-men do mundo encaram a vida como uma coisa divertida e onde existe uma piada a todos os segundos ao virar de cada esquina. É pena que só eles próprios percebam essas mesmas piadas...

E agora para captar a atenção do público em geral e não apenas dos frequentadores do curso de LEI do ISCTE:

TEMOS GAJAS NUAS!!!!!!!!!! BREVEMENTE...*






*promoção limitada ao stock existente, se é que há algum. (Se estão a ler estas letras não precisam de óculos, se precisam então comprem, porque senão vem o F-man e fala-vos de assuntos de que vocês nem nunca na vida ouviram, conta piadas e ri-se frenéticamente.)